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quinta-feira, 12 de maio de 2016

(EXPANDIDO) ÁRVORES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 30 - BOSQUE DE PAINEIRA-ROSA (Ceiba speciosa) DA SQN 113

A paineira-rosa cultivada em Brasília tem grande população e também boa distribuição. O apogeu da floração é abril/maio, mas há muitos exemplares que têm safra temporã. É visível a existência de três tons rosa. Pés que produzem flores rosa choque, outros rosa claro e ainda outros ainda mais claro.
Há uma variedade de flores branca dessa paineira pouco plantada em Brasília ou de difícil desenvolvimento; avistamos uma no canteiro do Eixo Rodoviário à altura a SQS 206 que no momento está florida.
Não deve ser uma mera coincidência as Superquadras destinadas exclusivamente a militares, entre elas as SQNs 103, 306 e 113, possuírem maior número de pés de paineira-rosa que outras. 
Na SQN 306, na divisa com comércio local, existia, uma fileira de gigantes paineiras-rosa que no meu entendimento foi o mais importante monumento florístico de Brasília em termos de beleza. Infelizmente, por segurança aos pedestres e prédios, a fileira foi cortada.
O maior pé de paineira-rosa que conheço no Plano Piloto é situado na Q,709 Sul. Agora não está florido, mas ficarei atento para flagrá-lo vestido de flores.
A flor da paineira-rosa é apreciada por aves nectarívoras. E psitacídeos comem as pétalas e as sementes do fruto.

Figura 1: Foto Geraldo Nunes paineira-rosa, ao fundo o Congresso Nacional

Figura 2: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113, três tons de rosa

Figura 3: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016, idem

Figura 4: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113 o tom  rosa choque

Figura 5: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113 o  tom rosa intermediário
Figura 6: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113 o tom rosa claro

Figura 7: Foto Geraldo Nunes 12/05/2016, paineira branca

Figura 8: Foto Geraldo Nunes 12/05/2016 paineira branca

Figura 9: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113 o tom rosa mais claro

Figura 10: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016  SQN 113

Figura 11: Foto Geraldo Nunes, 25/04/2016,  SQN 113, paineira-rosa em botão


Figura 12: foto Geraldo Nunes 12/05/2016 a mesma paineira anterior

Figura 13: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113


 Figura 14: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 113

 Figura 15: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 112

Figura 16: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016  SQN 112 paineira com frutos

Figura 17: Foto Geraldo Nunes 25/04/2016 SQN 103

quinta-feira, 5 de maio de 2016

GIRASSOL- MEXICANO: INVASÃO CRESCENTE E PREOCUPANTE NO DF E ENTORNO

Trafeguei pela rodovia DF-290 em 05/05/2016 e avistei  na área ciliar do córrego Santa Maria no bairro Céu Azul, em Valparaíso de Goias, uma grande floresta do girassol-mexicano. Infelizmente, por motivo de segurança não pude fotografar, porém temos o compartilhamento com o Google Maps(link abaixo) no modo Street View, maio/2012 com imagens da invasora (pontos amarelos). Sugiro ver o mesmo local em agosto/2011 no mesmo link, para constatar que o fogo faz o girassol-mexicano mais forte. Essa mata de Girassol-mexicano em maio/2016 é muito maior que no mesmo mês de 2012. Em maio/2021, onde se tem monturo ou terra mais úmidas, o girassol-mexicano em todo DF amarelece o mundo. Cito a área às margens da Via Estrutural que vai da antiga rodoferroviária até a Cidade do Automóvel toda infestada. Uma característica importante é a dificuldade em se andar ao meio de uma invasão mais antiga. Dificuldade  essa causada pelos numerosos caules retorcidos e raízes aéreas.

https://goo.gl/maps/t5D8LuEYWLD2

Foto G. Nunes, 2015, rio Ponte Alta, Gama-DF, girassol mexicano











domingo, 24 de abril de 2016

ÁRVORES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 29 - CHEFLERA (Schefflera actinophylla) DA SQN 112

O fruto da cheflera é apreciado por grande número de espécies da nossa avifauna. No DF observamos,principalmente, o neinei, o periquito-do-encontro-amarelo, o saí-andorinha, o sabiá, e o siriri a se alimentar desse fruto. A população de cheflefa no DF é grande e ao que parece plantada exclusivamente por particulares.
A cheflera tem fama de perigosa invasora devido a sua  semente germinar em abundância, principalmente em locais sombreados, como por exemplo embaixo de cercas vivas, porém não conseguem bom desenvolvimento. Ao menos em Brasilia a cheflera se apresenta como uma invasora moderada, visto que está restrita ao meio urbano e  por enquanto não invadiu o Cerrado típico nem as matas ciliares.

Imagem Geraldo Nunes 22/04/2016. a cheflera e o neinei 

Foto Geraldo Nunes 22/04/2016 a cheflera e o sabiá

Idem

Imagem Geraldo Nunes 22/04/2016 a cheflera, o siriri e o saí-andorinha

Idem

quarta-feira, 13 de abril de 2016

AVES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 18 - GAVIÃO-CARIJÓ (Rupornis magnirostris)

Também chamado de gavião-pinhé. É o gavião de maior população no DF.  No Plano Piloto seu ponto favorito são as matas ciliares remanescentes, porém faz incursões em áreas habitadas à procura de presas, principalmente columbídeos.

Imagem Geraldo Nunes 10/2014  Arboreto da UnB 614 Norte 

Imagem Geraldo Nunes 10/2014  Arboreto da UnB 614 Norte  

Imagem Geraldo Nunes 10/2014  Arboreto da UnB 614 Norte 


domingo, 10 de abril de 2016

(EXPANDIDO) SQN 111: O PONTO DAS MANGAS

Será grande a safra temporã de manga-ubá neste ano na SQN 111. No início de abril, os pés mostram frutos maiores e menores e ainda flores, o que indica uma safra temporã prolongada. Uma pena as plantas serem altas e a coleta só é possível quando caídas ao chão.
Em julho/agosto/setembro, tempo das mangas maduras, vou ao pés, de madrugada, e as cato, caídas naturalmente, no chão e com boa qualidade.
Expansão acompanhando a safra:  fotos em 03/07/2016 das mesmas mangueiras das fotos de 01/04/2016.
Já temos manga-ubá madura na SQN 111. Coletaremos manga-ubá até janeiro porque ainda temos flores, bem como frutos em vários estágios de desenvolvimento. A safra desse ano começou com frutos pequenos e menos doce que o comum, porem não deixa de ser uma manga-ubá saborosa.

 
 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 01/04/2016 na SQN 111

 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 03/07/2016 na SQN 111
 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 03/07/2016 na SQN 111
 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 03/07/2016 na SQN 111
  Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 01/04/2016 na SQN 111

 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 01/04/2016 na SQN 111

 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 01/04/2016 na SQN 111

 Foto Geraldo Nunes, manga-ubá em 01/04/2016 na SQN 111

 Foto Geraldo Nunes em 01/04/2016 na SQN 111 manga-espada também temporã


Foto Geraldo Nunes em 03/07/2016 na SQN 111 manga-espada também temporã

sexta-feira, 1 de abril de 2016

AVES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 17 - ROLINHA-FOGO-APAGOU OU ROLINHA-CASCAVEL

Abaixo dois parágrafos do meu livro "Flores, frutos e passarinhos: uma aventura no Cerrado"  sobre a fogo-apagou

"A rolinha-fogo-pagou canta uma perfeita onomatopeia que lhe concede o nome. No início do voo, com bater das asas, emite o som semelhante ao do chocalho da cobra cascavel, por isso é chamada na Região Nordeste de rolinha-cascavel."

"Dá um bom alento é saber que, havendo um basta na perseguição aos columbídeos, o aumento em número de indivíduos é rápido. Temos o exemplo da rolinha-fogo-apagou aqui no DF, que graças a criação de parques e a melhora da educação ambiental, conseguiu uma gratificante recuperação da sua população e hoje encontramos bandos por toda a região."



Figura 1 - Geraldo Nunes 09/2015, Ponte Alta, Gama-DF

Figura 2 - Geraldo Nunes 09/2015, Ponte Alta, Gama-DF

terça-feira, 29 de março de 2016

ÁRVORES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 28 - INGÁ-AÇU (Ingá cinnamomea) AO LESTE DO BLOCO "E" DA SQN 111

Nativo da Amazônia o ingá-açu é o único entre os ingás que é aproveitado comercialmente. Rico em polpa, é fácil encontrá-lo à venda em feiras de cidades da Região Norte. Cultivado ao pleno sol, alcança apenas uns 8 metros de altura. Aqui no DF coletamos frutos que medem mais de 60 cm e mais de 500 g de peso.
Os espécimes plantados no DF foram de iniciativa de particulares. Não entendo por que o poder público não cultiva uma planta tão interessante: belas flores, saborosos frutos e boa sombra,
Observo 5 exemplares de ingá-açu na SQN 111.
Sementes do ingá-açu são de fácil germinação, por isso prevejo em futuro próximo a espécie como uma invasora importante das matas ciliares do DF.
No momento, a árvore homenageada está no auge de uma floração e encontramos cambacicas e beija-flores e outros nectarívoros em bom número. Também é visitado por sabiás, joão-barro e bem-te-vi na captura de abelhas que afluem ás flores em grande abundância e diversidade de espécies.
Acompanharei esta safra em andamento e expandirei o post.


Figura 1 - Foto Geraldo Nunes Fruto do ingá-açu temporão 20/02/2016

Figura 2 - Foto Geraldo Nunes Fruto do ingá-açu temporão 20/02/2016

 Figura 3 - Foto Geraldo Nunes Fruto do ingá-açu temporão 20/02/2016

Figura 4 - Foto Geraldo Nunes 28/03/2016 ingá-açu homenageado

 Figura 5 - Foto Geraldo Nunes 28/03/2016  um bem-te-vi pousado no ingá-açu homenageado 

 Figura 6 - Foto Geraldo Nunes 15/03/2016 ingá-açu homenageado

Figura 7 - Foto Geraldo Nunes 28/03/2016 ingá-açu homenageado

domingo, 20 de março de 2016

AVES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 16 - SAÍ-ANDORINHA (Tersina viridis)

O saí-andorinha, sem contestação, é um dos mais belos pássaros brasileiros. No DF tem expressiva população e é o mais comum dentre os saís e saíras. No Plano Piloto é atraído principalmente pelos frutos da magnólia-amarela, do pombeiro e da amoreira. Em maio, época de pouca safra de outras espécies de frutos, eles se juntam em grande bando nas viçosas magnólias-amarelas na SQN 114.

 
Imagem Geraldo Nunes, 05/2014 SQN 114

 Imagem Geraldo Nunes, 05/2014 SQN 114

Imagem Geraldo Nunes, 05/2014 SQN 114

terça-feira, 15 de março de 2016

(EXPANDIDO) ÁRVORES EMBLEMÁTICAS DE BRASÍLIA 10 - PAU-FERRO (Caesalpinia leiostachya) DO CANTEIRO DO EIXÃO SQS 202

A forma perfeita de meia-lua e o grande tamanho de sua copa, faz o pau-ferro, também chamado de jucá na região nordeste, ser destaque entre as espécies plantadas em Brasília. Seu tronco tem característica marcante: a casca é lisa  e desperta interesse pelo mosaico de figuras em que, como se fosse pele, cada camadas de casca apresenta uma cor diferente. A sua bela florada amarela, relativamente rala, é ofuscada pela densa folhagem. É uma espécie decídua e perde suas folhas no início da primavera. Tem-se como nativa da Mata Atlântica, mas é encontrada também nas matas ciliares do bioma Cerrado. Há muitos exemplares em toda extensão  do Eixão, porém se destacam os aglomerados da espécie nos inícios norte e sul. Acho admirável a fileira de pau-ferro da SQN 215, frontal ao Eixão.
Expansão do post em 15/03/2016:
Duas subespécies do pau-ferro foram plantadas em Brasília. Uma subespécie é essa homenageada e a outra apresenta uma árvore menor, com florada mais vistosa e, como mostra o vídeo, muito apreciada por abelhas. Já observei a segunda, e apenas ela, na Caatinga. Acrescentei fotos e vídeo da segunda subespécie.
Abaixo link do Google Earth do pau-ferro homenageado:
https://goo.gl/maps/cuQbbrsbV392


Foto Geraldo Nunes 14/03/2016, local:  Canteiro Eixo Rodoviário SQN 108

Foto Geraldo Nunes 10/2015, tronco do pau-ferro
Foto Geraldo Nunes 10/2015, tronco do pau-ferro

Foto Geraldo Nunes 10/2015, tronco do pau-ferro

Foto Geraldo Nunes 10/2015, tronco do pau-ferro

Foto Geraldo Nunes 14/03/2016, local:  Canteiro Eixo Rodoviário SQN 108

Foto Geraldo Nunes 14/03/2016, local:  Canteiro Eixo Rodoviário SQN 108